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SINDICATO GARANTE PARA TODOS OS GRÁFICOS UM COMPLEMENTO SALARIAL NAS EMPRESAS QUE DIVIDIRAM O REAJUSTE NO ÚLTIMO ANO DO GOVERNO BOLSONARO

As empresas que não anteciparam o complemento do reajuste salarial dos gráficos de modo a garantir a recomposição total da renda deles baseada na inflação anual retroativa à data-base da classe devem pagar agora na folha de pagamento de janeiro. O complemento é de 3,65%, como já fez anteriormente a Jandaia e várias outras gráficas de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região, mediante diálogo com o Sindicato em 2022. Assim, levando em consideração o tamanho do reajuste inicial aplicado em setembro/22, o aumento total chega agora a 8,83%. Logo, o gráfico sindicalizado já pode denunciar ao sindicato se a gráfica descumprir. Aos ainda não-sócios, sindicalize-se e valorize a luta pelos seus direitos. 

“Portanto, nenhum gráfico com mais de três meses na empresa pode ter um piso normativo menor que R$ 2.071,05. Só se estiver no período admissional em um prazo de 90 dias (R$ 1.723,42). Até os trabalhadores que ganham acima de R$ 10.955,48 receberão reajuste, através do valor fixo de R$ 419,86”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos. 

A entidade de classe garantiu o mesmo reajuste total de 8,83% para o gráfico de empresas de reprografia e reprodução (fotocópia, eletrocópia, termocópia, microfilmagem, heliografia e xerocópia). Portanto, o reajuste completar de 3,67% deve constar agora na folha de janeiro. Desse modo, o piso diferenciado para este segmento sobe para R$ 1,703,62. Se a empresa tiver mais de 30 gráficos, o piso sobe muito mais (R$ 2.071,05).

Os menores aprendizes também foram contemplados, seja do SENAI ou de outras escolas gráficas. No primeiro ano de contrato, recebem R$ 1.035,52. No ano seguinte, sobe para R$ 1.553,29. “Ninguém solta a mão de ninguém. Juntos somos mais fortes. E assim o Sindigráficos trabalhou para garantir o reajuste a todos. Valorize a luta pelos direitos e salários. Sindicalize-se!” diz Leandro.

SINDIGRÁFICOS PREPARA MAIOR PESQUISA DE PREÇO DA CESTA BÁSICA PARA BASEAR OS GRÁFICOS QUE RECEBEM VIA VALE-COMPRAS

Nos próximos dias, o Sindigráficos conclui a maior pesquisa de preços nos supermercados de vários municípios de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região. O valor do somatório dos itens da cesta básica da Convenção Coletiva de Trabalho dos Gráficos deve ser pago aos trabalhadores pelas empresas que optam pela distribuição deste direito alimentício através do vale-compras.

INFLAÇÃO E GUTEPLAN REDUZEM VALE-COMPRAS DA CESTA BÁSICA DOS GRÁFICOS EM 60%. SINDICATO APONTA PARA DEFASAGEM ILEGAL

O impacto da inflação no último ano do desgoverno de Bolsonaro sobre a vida atual dos gráficos da Guteplan (Valinhos) já reduziu em 60% a cesta básica deles. Na verdade, a mazela é uma combinação da alta no preço da comida com o descumprimento da empresa em relação à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) referente a este direito alimentar. O sindicato, por sua, já fez a sua parte para evitar este mal desde a campanha salarial. Lutou até que garantiu na CCT que a Guteplan terá de pagar ao menos R$ 198,86 de vale-compras mensal. Este valor equivale ao preço atual de todos os itens contidos na cesta da convenção dos gráficos cobrados no supermercado Pão de Açúcar de Valinhos/SP. A empresa, por sua vez, continua pagando somente R$ 124 e ainda desconta 20% do trabalhador.

Apesar disso, o Sindicato, além de garantir na CCT que o vale-compras tem que ser no valor correspondente ao somatório do valor dos itens da cesta cobrado nos supermercados da região onde se situa a empresa, também notificou a Guteplan, em janeiro, para a obrigatoriedade do cumprimento do mesmo por se tratar de lei validada pelo patronal e o Ministério do Trabalho, este agora gerido pelo ex-sindicalista Marinho, e no Governo Lula, de origem sindical.

O Sindigráficos já fez até pesquisa de preço do valor da cesta básica em supermercados de Valinhos. No Pão de Açúcar custa R$ 198,86. O valor é o mais barato entre os pesquisados. No Zarelli já alcança R$ 219,11. A empresa ainda não respondeu sobre sua obrigação relativa a tal aumento, lembrando que CCT não se discute, mas se cumpre por ter força de lei.

Todavia, o Sindigráficos diz que a solução sempre é mais rápida e forte quando há a participação do gráfico. Para recuperar a defasagem de 60% do vale-compras, basta ter a unidade e organização dos trabalhadores em torno do Sindicato. “Há 60 gráficos na Guteplan. “O número de novos sócios daqui em diante nos mostrará qual o tamanho da vontade desses trabalhadores em aumentar o valor do seu vale-compras. Juntos somos fortes. SINDICALIZE-SE”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindicato.