BRAÇO DIREITO DE ALCKMIN DEFENDE LEI DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA E TERÁ SE O GOVERNADOR FOR PRESIDENTE

A Reforma da Previdência será uma das principais plataformas de campanha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), caso viabilize sua candidatura a presidente do País. A pauta, que sofre forte resistência da classe política neste ano, em razão do calendário eleitoral, foi defendida, nesta segunda (26), pelo economista e vice-presidente do LIDE Global, Roberto Giannetti Fonseca, que coordena o programa econômico da pré-candidatura do tucano.

Em um evento realizado pelo LIDE-PE, ele afirmou que “as reformas estão atrasadas e deveriam ter saído antes”. “Certamente em 2019 as reformas devem ser feitas, já que esse ano não teremos muito espaço. A primeira deverá ser a previdenciária, que é insustentável, se manter o déficit da Previdência, que gera um desequilíbrio na conta do governo, aumentando juros. Cria perda de capacidade de investimento em saúde e educação. É uma questão de escolha, pois governar é fazer escolha. Ou mantemos o déficit e não investir, ou vamos reduzir o déficit e realizar os investimentos nessas duas áreas”, colocou.

Além disso, o economista acredita que o próximo presidente precisará adotar medidas polêmicas, como a redução do tamanho e do papel do Estado brasileiro. “Precisamos de reforma política, reforma de estado, privatizações e concessões públicas. O que é feito pelo setor privado não deve ter interferência do Estado, deve deixar o setor privado fazer com o dinheiro privado, com recurso privado, com uma eficiência maior, tirando do poder do Estado as empresas estatais que são alvo de corrupção. Os políticos indicam os dirigentes não para ter influência, mas para eventuais desvios de recursos. Quanto menos empresas estatais, menos corrupção teremos no Brasil, não temos dúvidas disso”, pontuou.

FONTE: Com informação da FolhaPE e foto do Poder360