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GRÁFICOS: PRECISAMOS FALAR TAMBÉM DA PANDEMIA DA AIDS, DOS CUIDADOS E FIM DO PRECONCEITO

O Dia 1º de dezembro é dedicado à celebração do Dia Mundial da Luta contra a Aids, doença que ainda impacta a sociedade. Gráficos, saibam que em Jundiaí, o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) oferta testes rápidos gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h30, sem necessidade de agendamento ou encaminhamento médico, além da PEP e PrEP, medidas de prevenção com medicamentos contra o HIV LEIA MAIS

SATISFEITOS COM ATUAÇÃO SINDICAL, TODOS GRÁFICOS DA NOVA PÁGINA APROVAM CONTINUIDADE DA ATUAL JORNADA DE TRABALHO EM 2022

Amanhã completa uma semana que todos os gráficos dos três horários administrativos e dos outros três em regime de turnos, até os empregados contratados de modo temporário, aprovaram a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) entre o Sindigráficos e a Nova Página. A ação beneficia os 185 trabalhadores da gráfica em Cajamar. A aprovação unânime durante a votação mostra o reconhecimento dos profissionais à iniciativa sindical, onde possibilitou a todos manter o emprego e também a vida social no fim de semana, além da redução de jornada nos dias de semana, em média 41hs semanal.

Os 65 trabalhadores nos horários administrativos não trabalham aos sábados e sempre largam uma hora mais cedo nas sextas-feiras. A maior parte dos 121 gráficos dos turnos tem igual benefício, pois trabalham na maioria dos meses do ano de 2ª a 5ª° feira de 7h30 a 17h30, e das 7h30 às 16h30 na sexta. Esse também é o horário II do pessoal do Administrativo (ADM). O ADM I é das 6h às 16h e larga às 15h na sexta. O ADM III ainda tem outro benefício. Possuem dois intervalos ao longo da jornada diária das 10h às 20h, saindo uma hora mais cedo toda sexta-feira.

Em períodos de produção aquecida, como atualmente, os 121 gráficos do regime de turno reassumem um dos três horários predefinidos. Mas ficam garantidas outras vantagens. Não se trabalha todos sábados. Só de forma alternada, como nos 1° e 2° turnos. E ainda tem a redução de jornada de trabalho porque o tempo da refeição é computado como hora trabalhada.

O pessoal do 2° turno também conta com um outro direito. Largam uma hora e meia mais cedo na véspera do sábado que forem escalados. Já o 3° não trabalha no sábado. Só de segunda a sexta. E ainda recebem da gráfica uma hora-extra semanal. 

Os trabalhadores, inclusive aqueles em regime temporário, participam do café da manhã (desjejum) oferecido pela empresa, conforme o acordo com o Sindicato. Todos também têm o direito ao feriado remunerado do Dia dos Gráficos, em 7 de fevereiro. Se trabalhar neste dia e não houver a troca da folga para a terça-feira de Carnaval, a gráfica precisa pagar 150% de hora-extra. Esse percentual também deve ser pago se houver trabalho nos dias de Natal, Ano Novo, Sexta-feira Santa e Páscoa.

Muitos gráficos temporários ficaram tão satisfeitos que queriam inclusive se sindicalizar logo. Mas precisam aguardar até caso sejam efetivados. O Sindigráficos aproveita e aguarda que os empregados fixos e que ainda não são sócios, que preencham logo a ficha entregue semana passada. A ação materializará o reconhecimento ao acordo renovado pela entidade de classe dos gráficos outra vez.

MAIS DE 17 MIL PESSOAS AINDA NÃO TOMARAM A SEGUNDA DOSE DA VACINA CONTRA A COVID EM JUNDIAÍ

Jundiaí conta com bons indicadores de vacinação, com mais de 90% da população adulta vacinada com as duas doses, mas, infelizmente, 17,1 mil pessoas ainda não foram receber a segunda dose de vacina contra a covid-19. Destes,  28,6% são pessoas entre 18 a 29 anos. O complemento do esquema vacinal é essencial para a redução na circulação do vírus e da redução nos riscos de ocorrência da forma grave da doença. “Se algum(a) trabalhador(a) gráfico(a) nesta faixa etária ou em qualquer outra ainda não completou a sua imunização, que faça urgentemente”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos LEIA MAIS

FONTE: Com informações do JR

EM REUNIÃO COM A D’ARTHY, SINDICATO CONQUISTA REAJUSTE DA CESTA BÁSICA DOS GRÁFICOS PARA R$ 165 E AGUARDA POSIÇÃO DA EMPRESA SOBRE BANCO DE HORAS

A Lei do Gráfico (CCT), renovada há pouco tempo através da luta sindical na campanha salarial, manteve um importante direito econômico dos trabalhadores para que todas as gráficas da região paguem 65% e 100% de hora-extra quando o trabalho adicional é feito em dias de semana e em feriados/domingos, respectivamente. Na D’Arthy, porém, frente à pandemia e também pela incorporação de outra atividade do setor gráfico na produção, a empresa adotou o mecanismo do banco de horas individual da reforma da lei trabalhista, criado por Temer após o controverso impeachment de Dilma. Sendo que os resultados após tal mudança, dada às controvérsias que a lei gera, elevando o desconforto dos trabalhadores e gerando até mais custos com folha salarial, a exemplo a do último mês na D’Arthy, pode fazer com que a gráfica venha a abandonar esse regime adotado.

“Um dos proprietários (Eduardo) ficou de analisar o nosso pedido para o fim do banco de horas individual. Ele garantiu que vai conversar com as suas irmãs, sócias da D’Arthy em Cajamar. Foi uma reunião amistosa, como tem sido há certo tempo. Todavia, não prometeu nada. Mas nos adiantou que pode abandonar o banco de horas individual depois de saber do desconforto dos gráficos, algo que não lhe deixa satisfeito, tanto que o mecanismo existe desde 2017, mas ele só começou a aplicar ano passado devido às adversidades e sem demitir ninguém”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindicato.

O diálogo entre o Sindigráficos e a D’Arthy tem sido muito importante para a manutenção e o avanço no conjunto dos direitos da categoria. É o caso da cesta básica. Há anos, a empresa combinou com o sindicato a correção do valor desse direito em todo ano, no mês de janeiro, sempre com base no aumento inflacionário através do IGPM. “O aumento, por sua vez, já será realizado agora em dezembro, dada a altíssima inflação causada pelo desgoverno federal por mais um ano”, informa Leandro. 

O valor pago da cesta alimentícia pela D’Arthy para todos trabalhadores passa para R$ 165 no próximo mês. Além disso, não terá desconto para ninguém. O número de associados ao Sindigráficos é interessante na empresa. Porém, pode e é preciso que aumente para fortalecer essa unidade e organização da categoria em defesa e avanço de seus direitos, emprego, renda e comida no prato.