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EMPRESA DE RÓTULO E ETIQUETA EM ATIBAIA É DENUNCIADA AO SINDICATO POR NEGAR CESTA BÁSICA MENSAL E PLR DOS GRÁFICOS

Toda gráfica paulista é obrigada a garantir uma cesta básica mensal aos funcionários e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) anualmente. Portanto, a regra se aplica nas empresas do ramo de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região. Logo, as gráficas de Atibaia também estão incluídas. A obrigação consta na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Apesar disso, mesmo já funcionando há muitos anos em Atibaia, o Sindigráficos recebeu denúncias anônimas sobre o descumprimento pela gráfica La Imprenta.  

“Frequentemente estamos em contato com os trabalhadores em Atibaia e toda nossa base de atuação através da entrega de nosso Jornal Gráficos na Luta, mas dessa vez fomos surpreendidos com a denúncia de que esta empresa nunca distribuiu aos gráficos a cesta básica mensal de alimentos e nunca pagou a PLR anual”, diz Jurandir Franco, diretor do Sindigráficos.

A empresa, por sua vez, é obrigada a cumprir todas regras da convenção. Este conjunto de direitos coletivos é superior à CLT e deve ser cumprido segundo a legislação trabalhista. O não fornecimento da cesta básica e o não pagamento de PLR é uma irregularidade grave e, em confirmando a questão, cabe até ação coletiva de cumprimento na Justiça do Trabalho.

Jurandir informa que o Sindigráficos vai averiguar se a denúncia procede. O dirigente vai procurar os trabalhadores e a empresa para esclarecer a situação. A La Imprenta tem cerca de 8 trabalhadores e atua no segmento de rótulos e etiquetas – uma atividade econômica das indústrias gráficas. O sindicato aproveita e convida os gráficos do local para se sindicalizarem.

GRÁFICO ASSOCIADO AO SINDICATO PASSA A TER CONVÊNIO ODONTOLÓGICO (UNIODONTO) COM DESCONTO E VÁLIDO EM TODO O ESTADO DE SP

Em atendimento aos gráficos associados, o Sindigráficos Jundiaí fechou uma parceria com uma das maiores empresas de convênio odontológico do Brasil, a UNIODONTO. Esta parceria abrangera todas as 27 cidades da base de atuação, bem como todo o estado de São Paulo. O desconto para o sindicalizado e dependentes varia de 20% a 30%. Os associados terão que procurar o Sindicato para obterem a guia, que concederá este desconto. É uma importante parceria com esta empresa consolidada no seguimento em favor dos associados e sua família, com excelência na qualidade. Outro ponto positivo é que o associado poderá ser atendido em todo estado de São Paulo, onde tem atendimento da UNIODONTO.

Outras informações através no 11) 4492-9020. Falar com a Marcela.

PROCURA-SE A BILLPRESS. EMPRESA FECHA SEM COMUNICAR. FALIU OU MUDOU DE LOCAL? QUEM SOUBER ALGO DENUNCIE

Ninguém no distrito industrial em Itupeva, local onde a Billpress funcionou por muito tempo, soube informar o paradeiro da gráfica ao Sindicato dos trabalhadores da classe (Sindigráficos). A empresa simplesmente sumiu do mapa. O problema é que desapareceu e a entidade sindical não sabe como ficou os direitos dos trabalhadores do local. O fato concreto é que a Billpress havia entrado em recuperação judicial meses depois de um novo grupo econômico ter assumido a administração e prometido crescimento.

“Orientamos sobretudo aos gráficos da Billpress que nos comunique algo para que possamos agir em defesa de seus direitos. Ainda mais quando o FGTS dos profissionais apresentava problemas no pagamento há vários anos”, explica Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos. Também havia pendências na PLR, no pagamento de verbas rescisórias e etc. A gráfica havia feito até acordos direto com seus gráficos para o pagamento, mas descumpriu logo que entrou com o processo de recuperação judicial.

O problema é que agora está tudo fechado no local. O Sindigráficos foi lá em outubro e não há ninguém. Nada está funcionando. A empresa estava totalmente vazia. Ninguém atende nem mesmo telefone. Desse modo, a entidade não pode fazer nada em defesa dos gráficos. É necessário que o trabalhador comunique sobre a situação ou o paradeiro da Billpress, a exemplo de oficializar se fechou ou mudou de local de forma silenciosa.

O cenário atual é muito diferente do segundo semestre do ano passado, quando o novo diretor do grupo econômico, Alexandre Peccicacco, falou com dirigentes do Sindicato. Em reunião, naquela época, o diretor falava de expansão da empresa, de que haveria muitos clientes e servidos, já agendados para diversos meses adiante. Falava em elevar a produção das 10 mil toneladas de embalagem mensal em seis vezes. “Mas entrou em recuperação judicial e agora simplesmente sumiu”, critica Leandro.

CLICHERLUX RESOLVE PENDÊNCIAS COM PLR DOS GRÁFICOS E INICIA PAGAMENTO DO FGTS ATRASADO VIA CAIXA ECONÔMICA

Desde 13 de novembro, nenhum gráfico pode acionar mais a Justiça para resgatar o dinheiro do FGTS negado há mais de cinco anos pela empresa. O prazo é só até cinco anos. A decisão foi tomada pelo Superior Tribunal Federal desde 2015. Neste sentido, a fim de evitar prejuízos no direito dos gráficos ao FGTS, o Sindicato monitora e cobra das empresas o depósito mensal, como determina a lei. Na Chicherlux, por exemplo, isso acontece com frequência. Há poucos dias, a empresa apresentou aos sindicalistas uma solução para a correção do período em que não fez o recolhimento. Em reunião no mês de novembro, a gráfica assumiu a dívida junto à Caixa Econômica, fazendo uma programação de pagamento, aceita pelo banco.

A empresa fez um contrato com a Caixa onde assumiu pagar todo passivo em 60 parcelas. A confirmação foi repassada pela direção da Chicherlux para sindicalistas durante uma reunião na sede regional do sindicato em Jundiaí. “Apesar do longo parcelamento da dívida, os trabalhadores agora passam a ter uma certa garantia de que a empresa assumiu seu débito e se comprometeu com o pagamento. Portanto, pode ser considerada uma ação positiva”, ressalta Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos.

Além da solução apresentada para os problemas no FGTS dos gráficos do local, a Chicherlux também demonstrou a resolução de outras falhas. Dentre elas, o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho da classe no tocante ao pagamento da Participação dos Lucros e Resultados (PLR). “A empresa estava devendo algumas PLR há alguns anos. Pela regra, no entanto, esse direito dos trabalhadores deve ser pago obrigatoriamente pelas gráficas em duas parcelas iguais em cada ano. E, agora, a empresa voltou a se regularizar também nesta questão”, destaca Leandro.