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SINDICATO FECHA PARCERIA COM CLUBE DE CAMPO PARA GRÁFICOS ASSOCIADOS

Com objetivo de proporcionar mais lazer aos associados, a diretoria do Sindigráficos Jundiaí vem procurando construir novas parcerias para os gráficos. Desta vez fechamos um acordo com o SIMTRATECOR (Sindicato dos Motoristas de Osasco) para que os nossos associados possam usar o Clube de Campo, na cidade de São Roque, que é conhecida como a capital do vinho. Para isso os nossos associados precisam entrar em contato na sede regional de Jundiaí para retirarem a guia. Somente com a guia os trabalhadores poderão usufruir desta parceria. O pagamento será feito diretamente no clube, em dinheiro ou com cartões de credito ou débito. O clube conta com espaço para realização de churrasco, piqueniques, piscina e um pesqueiro pesque e pague.

 

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS VALORES DOS INGRESSOS POR PESSOA.

ASSOCIADOS R$ 12,50 (doze reais e cinquenta centavos)
Dependentes do Associado (de 05 a 10 anos) R$   6,25 (seis reais e vinte e cinco centavos)
CONVIDADOS R$ 25,00 (vinte e cinco reais)
Crianças de 05 a 10 anos R$ 12,50 (doze reais e cinquenta centavos)

SINDICATO ACIONA CUNHA FACCHINI NA JUSTIÇA POR NEGAÇÃO DO DIREITO COLETIVO DO GRÁFICO À CESTA BÁSICA HÁ UM ANO

A regra da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos Gráficos quanto à distribuição mensal da cesta básica de alimentos é clara. Toda empresa do ramo, independentemente do tamanho, quantidade de trabalhadores, ou de estar em crise financeira ou não, está obrigada a entregar todo mês o benefício alimentício em produtos ou no vale-alimentação. Mas a gráfica Cunha Facchini, em Itupeva, vem desafiando a norma e praticando mais irregularidades, a exemplo de contratações clandestinas de profissionais. Há um ano, a empresa tem sonegado a cesta. Por conta disso, apesar de toda tentativa negociada de resolução por parte do Sindigráficos, o órgão decidiu que basta. A Justiça foi acionada através de ação de cumprimento do direito convencionado, visto que a cesta está na 16º cláusula da CCT.  

A ação judicial de cumprimento é um recurso de luta jurídica para garantir que a empresa cumpra com os benefícios definidos pela norma legal do segmento gráfico através da CCT, que tem validade até agosto de 2020. “Este tipo de processo, como o nome já diz, não julga o mérito, mas existe para obrigar a Cunha Facchini a cumprir o que a lei do gráfico (CCT)”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindicato da região (Sindigráficos).

A ação serve a todos os gráficos com o emprego devidamente registrado na carteira de trabalho. Hoje há cerca de 20 profissionais nesta condição. Porém, o número de trabalhadores no local é bem maior. Acredita-se que existam mais 15 empregados. Mas, infelizmente, eles estão sofrendo com outras sonegações para além da cesta. Estes empregados estão sem o registro em carteira. Estão contratados clandestinamente e isso é grave.

Cada gráfico com o trabalho clandestino recebe apenas R$ 70 por dia. A passagem do transporte eles colocam do próprio bolso. Também não têm direito a férias, 13º salário, FGTS, INSS, ou qualquer outro direito da CLT ou da CCT. Ainda estão desprotegidos em caso de acidente de trabalho. E, mais grave ainda, há histórico de acidente com morte nesta empresa. O Sindicato já solicitou uma fiscalização federal no local junto ao antigo Ministério do Trabalho e deve acionar o Ministério Público do Trabalho.

Pelo fato deles não estarem registrados, o Sindigráficos também não tem como incluí-los na ação de cumprimento na Justiça do Trabalho referente à cesta básica sonegada. Todavia, a entidade coloca o seu Departamento Jurídico à disposição desses trabalhadores para processarem a gráfica e garantirem a assinatura da carteira e devido contrato de trabalho regular, condições indispensáveis para o recebimento de todos direitos previstos.

GRÁFICOS SINDICALIZADOS PARTICIPAM DO 11º TORNEIO DE FUTEBOL E CONFRATERNIZAÇÃO NO ÚLTIMO DOMINGO

Mesmo em um domingo chuvoso,  compareceram aproximadamente 100 associados na atividade desportiva e de lazer dos trabalhadores gráficos sindicalizados em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região. Várias equipes de futebol foram formadas, com destaque especial aos companheiros da empresa Gonçalves, que formaram dois times completos e ainda uma terceira equipe, em conjunto com os companheiros da Jandaia. Também compareceram os companheiros Cicinho Violeiro, que é trabalhador gráfico da empresa Gonçalves e animou a atividade junto com o companheiro Mané, que trabalha na Gráfica Redoma. Além do futebol,  a diretoria do Sindigráficos conversou com os presentes esclarecendo dúvidas sobre a convenção coletiva e reforçando a importância de ampliar a sindicalização.
Confira os resultados dos jogos
JOGO 1
D’ARTHY 7X2 LOG&PRINT.
JOGO 2
RAMI 4X3 CLICHERLUX.
JOGO 3
EMEPE 7X3 GONÇALVES (EQUIPE 1).
JOGO 4
GONÇALVES (EQUIPE 2) 4X2 INAPEL.
JOGO 5
GONÇALVES/JANDAIA 7X4 JUNDIÁ EMBALAGENS.

SENTENÇAS RETIRAM DE EMPREGADOS NÃO-SINDICALIZADOS O BENEFÍCIO DE RECEBEREM IGUAIS DIREITOS DOS ASSOCIADOS

Em novembro, a lei da reforma trabalhista completou dois anos. Muitos trabalhadores não sabem ainda o grande mal que ela provocou no salário e direitos. Nem emprego ela gerou, como prometido, mesmo reduzindo o custo do trabalho no País. Uma das mudanças cruéis da nova lei foi o fim da continuidade dos direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe após a data-base anual. Toda categoria profissional, a exemplo dos gráficos, tem uma CCT e sua data-base. E o dos gráficos mudou para 1º de setembro, dia onde também é definido o reajuste salarial. Logo, com base na nova lei, se o sindicato não conseguir negociar com o patrão em tempo, todos os gráficos, sindicalizados ou não, perdem tais direitos, pois não existe lei automática para reajuste salarial ou renovação dos direitos. 

Outra radical mudança nociva foi de contra justamente o sindicato, órgão indispensável para pressionar os patrões para o reajuste salarial e para a renovação dos direitos coletivos da CCT, estes que são superiores à CLT. A nova lei trabalhista acabou com a contribuição financeira compulsória dos gráficos para ajudar o sindicato a manter estruturalmente a luta pelo melhor salário, direitos e condições laborais da categoria. Por um lado o fim do imposto sindical possa represar economia para o trabalhador, por outro, tem representado a fragilidade do sindicato – único órgão que cuida justamente da defesa da renovação anual dos direitos e do salário maior.

Portanto, a sindicalização do gráfico encobre-se de relevância bem maior. É a contribuição mensal e participação direta do trabalhador que mantêm o sindicato na ativa em defesa de todos os interesses da categoria. Afinal, a CCT não discrimina nenhum trabalhador, seja ele sindicalizado ou não. “Os direitos e o reajuste salarial conquistados anualmente pelo sindicato são estendidos para todos da categoria, mesmo ainda havendo gráficos que acham que o Sindicato não serve para nada”, fala Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região.

Embora ainda tenha gráfico pensando equivocamente assim, o advogado do Sindigráficos, Luís Carlos Laurindo, alerta que já têm muitos juízes que pensam diferente, dando sentenças onde os direitos coletivos e reajuste salarial, definidos anualmente pelos sindicatos, só valem para trabalhador sindicalizado, posto que este atua diretamente para manter seu sindicato. O caso mais recente de uma decisão onde os benefícios da CCT só valem para sindicalizados foi na 14º Vara do Trabalho de Manaus. Já comunicou as empresas e ordenou a multa ao patrão de R$ 100 por cada trabalhador se descumprir a sentença. Nos últimos anos, tem crescido o entendimento judicial de que o sindicato é importante, ampliado agora com a nova CLT.