CENTRAIS SINDICAIS FAZEM PROPOSTAS AO GOVERNO E A EMPRESÁRIOS PARA RETOMAR O CRESCIMENTO DO BRASIL

CENTRAIS1 CENTRAIS2

No começo do mês, no dia 2, foi instalado em Brasília, o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social, conforme Decreto Presidencial de 30 de abril de 2015, do qual fazem parte representantes do governo federal, das Centrais Sindicais e das Confederações patronais. Vale ressaltar que o Fórum é uma importante oportunidade de diálogo, como forma de fortalecer a democracia, formular e pactuar compromissos com o desenvolvimento do País. Agora, não permitiremos ataques aos direitos e tentativas de mudanças que prejudiquem a classe trabalhadora. As centrais propuseram, portanto, que o Fórum priorize o tratamento das propostas visando à retomada do crescimento econômico e à geração de empregos e renda.

CENTRAISAs centrais inclusive listaram qual o foco nos seguintes temas: Combate à inflação; Redução da taxa de juros; Aumento do investimento público e privado em infraestrutura econômica e social; Defesa do emprego e do poder de compra dos trabalhadores; Política cambial que incentive a produção e a competitividade do produto nacional, especialmente o industrial; Investimentos na qualidade da educação; Ciência, tecnologia e inovação para agregar valor à produção de bens e serviços; Fortalecimento do Ministério do Trabalho e Emprego, visando o incentivo ao diálogo e melhorias na fiscalização; Fortalecimento das micro, pequenas e médias empresas; Consolidação do mercado interno de consumo de massa; Fortalecimento e estímulo da participação competitiva do Brasil.

Além disso, as Centrais Sindicais também entendem e reivindicam que o Fórum deve responder aos objetivos de desenvolver medidas que aprimorem o sistema de relações de trabalho e fortaleçam a negociação coletiva, e desenhar uma política previdenciária de longo prazo.

Este posição é defendida pela CUT (Vagner Freitas), Força Sindical (Miguel Torres), UGT (Ricardo Patah), CTB (Adilson Araújo) e Nova Central (José Calixto Ramos).

FONTE: (COM INFORMAÇÕES DO DIEESE)