GREVE GERAL SEXTA POR EMPREGO E NENHUM ATAQUE AOS DIREITOS TRABALHISTAS. OS GRÁFICOS VÃO ADERIR

Nesta sexta-feira (28), os gráficos desempregados, aposentados e da ativa em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região podem fazer a diferença em prol dos empregos e contra o fim de direitos trabalhistas e da aposentadoria. Haverá uma grande greve geral de toda classe trabalhadora, organizada por todas centrais sindicais e sindicatos no Brasil, inclusive dos gráficos, contra a lei da terceirização total do trabalho e as reformas do Temer. O governo e os deputados, apesar das manifestações do povo nas ruas do país há poucas semanas, mostraram disposição de aprovar a permissão para as empresas subcontratarem todos profissionais sem seus direitos da convenção coletiva, a exemplo da cesta básica e PLR dos gráficos. Portanto, só uma greve geral poderá impedi-los de retirar também os direitos do povo de se aposentar e outros direitos trabalhistas, através da então aprovação das reformas previdenciárias e das leis do trabalho. Mais que uma greve geral, o movimento paredista desta sexta representará as vozes da maioria deste país (que são os trabalhadores, estudantes e desempregados) contra Temer e os parlamentares que, representando só o interesse da parcela empresarial e a mais rica, estão insistindo em aprovar apenas medidas contra direitos trabalhistas e da aposentadoria. 

“Portanto, a nossa bandeira principal com esta greve geral no Brasil é o fora Temer e qualquer outro gestor e parlamentar que não representam o interesse do povo que vem exigindo mais emprego e menos ataques aos direitos já constitucionalmente consolidados há décadas”, pontua o advogado do Sindigráficos, Luis Carlos Laurindo, que estará dando todo o suporte jurídico durante o movimento paredista na próxima semana.

Assim, o gráfico que tinha dúvida sobre qual o motivo da greve geral ou achava que não participaria, pois não tem nada a ver com isso, agora já sabe que estava enganado, pois terá o seu salário e direitos reduzidos se a referida terceirização e as reformas do Temer se materializarem.

Além disso, o trabalho será precarizado e os empregos serão reduzidos, visto que serão substituídos por subcontratações e contratos parciais e temporários como estão contidos nas reformas e na lei da terceirização. E ainda morrerão sem se aposentar por conta da precariedade que se tornará o emprego e também pelos efeitos da reforma previdenciária.

“Com os contratos de trabalho tão precários como deseja Temer e CIA., os atuais empregados passarão mais tempo desempregados se juntando aos milhões que já se encontram nesta situação”, alerta o presidente do Sindigráficos, Leandro Rodrigues. A falta de empregos afetará ainda os estudantes que se formam. Os pequenos comerciantes sentirão o efeito deste caos nos seus negócios. Portanto, a greve geral do dia 28 no país representa a voz desta grande parcela da sociedade brasileira dizendo NÃO as reformas e à terceirização e SIM para a retomada econômica e empregos decentes. Estas são as bandeiras da greve geral. Reaja agora ou morra trabalhando. Participem!!!