ESTUDANTES E CLASSE TRABALHADORA SÃO O GIGANTE DO BRASIL QUE COMEÇA A LUTA PELA PRESERVAÇÃO DA EDUCAÇÃO E DA APOSENTADORIA

O governo erra e erra muito quando escolhe governar somente para a parte riquíssima da população! Neste caso escolheu o lado dos banqueiros.e das pessoas ricas.  Percebe-se sem fazer grandes esforços que todas as decisões que Bolsonaro toma, direta ou indiretamente favorece os ricos, veja só: A Reforma da Previdência favorece os bancos, pois, os mesmos ganharão muita grana vendendo previdência privada e administrando os recursos da pública. Liberação de porte de armas, quem ganha, são somente os empresários deste seguimento. Liberação de inúmeros agrotóxicos, inclusive cancerígenos, quem ganha é o agronegócio e a indústria farmacêutica. Diminuição de gatos com a saúde, inclusive o fim do programa mais médicos, quem ganha é o cartel das grandes empresas de saúde privada.  Poderia citar varias outras situações, mas finalizo com a questão da redução com os gastos na educação. Quem ganham com isso são as escolas particulares, que coincidentemente tem envolvimento com a irmã do ministro e banqueiro Paulo Guedes. Quem perde somos todos nos, pois, um país que não aposta na educação, não cresce, não desenvolve e não gera emprego! Por isso digo “Ontem foi um grande dia” Pois sabemos que para dar um basta em tudo isso e necessário que o “gigante se levante” e na minha opinião os estudantes unidos junto com a classe trabalhadora são este gigante,pois, sempre foram e continuam sendo a esperança deste país. Por isso estive presente nas manifestações em Jundiaí e na Paulista, pois, acredito que é só com a união e a mobilização de todos que iremos recuperar os direitos perdidos e daremos um basta nestes retrocessos! 

 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

DEMITIDO COM FGTS ZERADO E SEM PLR, GRÁFICO DESCOBRE PREJUÍZOS QUE CRIOU PARA SI AO SE AFASTAR DO SINDICATO

Desolado pela demissão da gráfica em que atuava e sem o recebimento do seu FGTS e PLR, mesmo após confessar que seguia sua empresa e rejeitava o sindicato da sua classe, um trabalhador sente agora na pele o prejuízo sobre si devido sua escolha pelo isolamento à sua categoria. Na dor e sozinho, descobriu inclusive que Bolsonaro fechou o Ministério do Trabalho (MTb), órgão que não pode mais fazer nada por ele. Apesar disso, foi até o órgão em Atibaia. Lá foi orientado a ir no sindicato. E não foi o único. Ele e mais dois gráficos da OS1 foram demitidos há um mês sem tais direitos, situação similar de outros gráficos desligados este ano.   Mesmo diante do cenário, antes dessas novas demissões com falhas no direito, todos os profissionais da empresa foram alertados pelo Sindicato para a necessidade de se unificarem à entidade porque a empresa havia deixado de recolher o FGTS deles, alguns até sem nada na conta, como alguns dos demitidos agora. Apesar do convite, continuam optando pelo isolamento e todos passam pelo risco do sofrimento da demissão e sem direitos. Mais uma vez o Sindigráficos avisa que é preciso sindicalizarem e fortalecerem a solução dos seus direitos enquanto estão empregados.

Há poucos meses, o Sindicato alertou os agora demitidos sem o FGTS e a PLR, bem como a todos os demais gráficos, da necessidade deles se sindicalizarem para fortalecerem a entidade para corrigir o problema no FGTS. Na ocasião, já havia gráficos demitidos sem o FGTS. “Ninguém até hoje se associou. Esperamos que mais gráficos não sintam na pele a mesma dor dos que sozinhos após perderem os empregos descobrem sobre a importância do sindicato para defenderem também o seu direito. Sem o MTb, agora só resta o sindicato para defendê-los. Sindicalizem-se!”, alerta mais uma vez o presidente do Sindicato, Leandro Rodrigues.

Bolsonaro acabou com o MTb. Foi sua primeira medida como presidente do País, eleito por milhões de trabalhadores, inclusive gráficos. A classe na OS1 descobriu como essa ação foi ruim quando foi até o MTb diante da demissão sem FGTS/PLR. Foi lá que ouviu que o órgão nada poderia fazer e que fosse a seu sindicato, única entidade mantida pelos próprios gráficos. Mas este trabalhador e todos da OS1 ainda têm optado por não se juntarem ao sindicato. A entidade espera que, agora, os profissionais percebam que o emprego é indispensável, mas ter os direitos garantidos também é. E isso é possível quando o sindicato tem o gráfico junto dele. Depende de você. Sindicalize-se!”, fala Jurandir Franco, diretor sindical.

O Sindicato tem até assessoria jurídica para defender seus associados quando a empresa descumpre a lei. Não paga nada pela defesa judicial. Luís Carlos Laurindo, advogado da entidade, explica que, por exemplo, no caso dos gráficos demitidos agora sem o FGTS e nem 40% da multa, e se a empresa não venha a resolver a falha amigavelmente, a nova lei trabalhista a obriga a pagar estes e todos os demais direitos rescisórios em até 10 dias após a demissão; e como não pagou, acrescenta-se uma multa no valor de mais um salário normativo do gráfico e mais uma outra multa no valor da metade dessas verbas incontroversas não pagas.

SINDIGRÁFICOS, SOLIDÁRIO AOS GRÁFICOS DEMITIDOS DA ABRIL E DA DONNELLEY, CEDE CARRO DE SOM E PARTICIPA DE PROTESTO 

“Os patrões sempre se unem no final! Por mais que ajam disputas comerciais entre eles. Isso ocorre nas campanhas salariais e em vários momentos quando é necessário, inclusive esta ocorrendo agora com os trabalhadores da Editora Abril e da Donnelley. Não vemos sinais de apoio de nenhuma empresa ou veículo de comunicação da grande mídia, só dos sindicatos . Os trabalhadores muitas vezes sofrem com uma lavagem cerebral promovida pelos empresários que vendem a ideia ‘que para chegar ao ouro depende do esforço individual de cada colaborador’. Muitos caem nesta cilada, desfiliam-se do sindicato ou não participam mais por acreditar que o mesmo não lhe serve; deixam de ser solidários com seu companheiro de trabalho. Mas na verdade, na hora que tomam um golpe, como no caso dos companheiros da Abril e da Donnelley, caem na realidade, e percebem que todos nos somos individualmente fracos e que só temos força quando nos unimos. Somos solidários aos companheiros destas empresas e mostramos presencialmente a nossa solidariedade, indo em apoio, levando carro de som, protestando junto. Pois, acreditamos que a única saída pra classe trabalhadora é a união, a empatia e a solidariedade. Que a situação dos trabalhadores destas empresas sirva para a reflexão da classe trabalhadora, principalmente a aqueles que acreditam que individualmente alcançarão alguma coisa em detrimento a coletividade”, diz Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos.

FONTE: STIG JUNDIAÍ

GRÁFICO COMPRA SUA CASA COM DINHEIRO DE AÇÃO JUDICIAL DO SINDICATO CONTRA DEMISSÃO DELE QUANDO ERA CIPEIRO

Nenhum gráfico eleito pelos colegas de trabalho para a Comissão Interna de Prevenção de Acidente (Cipa) pode ser demitido pela empresa durante o seu mandato que tem duração de 12 meses. A lei garante a estabilidade no emprego de todo o tempo enquanto o funcionário for cipeiro. Também fica protegido um ano após deixar a comissão. Essa garantia é dada para que o trabalhador possa desenvolver realmente sua missão de cuidar da segurança e da saúde dos demais profissionais no ambiente profissional. Por conta disso, um antigo cipeiro da gráfica Oceano, que há 11 anos foi demitido ilegalmente e continuou fora do local do trabalho mesmo após a ordem judicial de reintegração garantida pelo sindicato, acaba de receber da empresa o valor suficiente para compra de sua moradia. O pagamento foi garantido porque o sindicato manteve o processo judicial neste tempo.  “Durante esse tempo (11 anos), tive sempre uma atenção e proteção do Sindigráficos, tendo agora esse grande final feliz. Graças a Deus, valeu a luta. E essa conquista não é só minha, mas de toda a categoria”, fala Fábio Moreira, gráfico contemplado com a conclusão efetiva da ação.

O trabalhador não duvida que tudo seria negativo se não fosse associado ao sindicato. Ele acredita que nada receberia agora. Mas como sempre foi sindicalizado, condição que ele orienta que todos os gráficos sejam, o final foi positivo, mesmo depois de uma década. “Sou grato ao meu sindicato. Sou muito grato ao advogado do órgão, Luís Carlos Laurindo. Sou muito grato ao presidente da entidade, Leandro Rodrigues”, realça.

A lei do cipeiro garante o emprego para que o gráfico possa desenvolver ações para evitar acidentes de trabalho e doenças laborais. Não garante apenas o vínculo empregatício como a empresa manteve por mais de dois anos depois da ordem judicial de reintegração no ano de 2008, mas sem deixar que o gráfico laborasse no local de trabalho, limitando sua atuação também enquanto cipeiro. “Como não cumpriu a lei na integra, o sindicato manteve o processo judicial em defesa de cipeiros demitidos à época para a garantia do recebimento de todos os seus direitos do respectivo período de afastamento por decisão da empresa, contrariando até ordem judicial”, comemora Leandro Rodrigues, presidente do sindicato desta categoria.

Um desses cipeiros garantiu todos os seus direitos no fim do último ano, com a conclusão de seu processo mediante acordo judicial sobre o caso. E, agora, 11 anos depois da sonegação de seu direito, o segundo cipeiro obteve o mesmo resultado. Com o dinheiro recebido, já adiantou que vai poder realizar seu sonho e direito de ter a sua casa própria no interior do estado. Apesar da complexidade do processo, com diversas audiências e muitas perícias e recursos por parte da empresa, que prorrogou por muito tempo a tramitação, não desistimos dos gráficos em nenhum momento”, diz Luís Carlo Laurindo, advogado do Sindicato da classe (Sindigráficos).

O caso mostra que, diferente do que alguns patrões pensam e dizem aos trabalhadores sobre o sindicato, a entidade nem acabou e continua tendo a mesma função protetiva da classe mesmo depois da nova lei trabalhista. O processo também chama atenção não só para o restabelecimento dos direitos dos gráficos através da iniciativa do sindicato, mas para o tema de suma importância para a integridade física e mental dos trabalhadores através da efetiva proteção da saúde/segurança no ambiente profissional, que é uma tarefa dos cipeiros quando não são perseguidos pela empresa.