PROJETOS POLÍTICOS AMEAÇAM RETOMADA DOS DIREITOS TRABALHISTAS E SOCIAIS DOS GRÁFICOS E DA SOCIEDADE

Embora o Sindigráficos havia alertado para o risco sobre os direitos da classe trabalhadora se Michel Temer conseguisse tomar a presidência do Brasil, apoiado por Alckmim, Bolsonaro e outros políticos neoliberais vinculados ao setor patronal, foi o que ocorreu e tudo mudou para pior diante da falta da resistência popular, onde boa parte apoiou. Com isso, o desemprego e a precarização do trabalho, direitos e salários voltaram com toda força – diferente dos anos governados pelo ex-presidente Lula, quando o salário tinha ganho real e houve a maior distribuição de renda e políticas públicas e sociais, mesmo quando se dizia que o mundo vivia crise mundial. A indústria brasileira e empregos cresceram como nunca. O povo viu o maior projeto político de inclusão social da história o Brasil, o que foi trocado pelo projeto de exclusão após o golpe de Temer e CIA. 

“A fome, miséria e dívidas voltaram com tudo sobre os pobres no Brasil. Já os ricos estão ficando mais ricos. O povo retrocedeu aos anos dos governos neoliberais de FHC, presidente antes de Lula. Moradia e carro voltaram a ser difícil de adquirir de novo. Viajar de avião só nos sonhos novamente. Saúde pública já era outra vez. Temer e CIA congelaram as políticas em saúde, educação e mais políticas por 20 anos. Entregaram até parte do Pré-sal para estrangeiras, como a Embraer e Eletrobrás”, lembrou o deputado federal Vicentinho, durante a assembleia geral dos gráficos na sede regional Jundiaí do Sindicato da categoria na região.

Tentam acabar até com as aposentadorias pela reforma previdenciária, como dizem que farão (se eleitos) o presidenciável Alckmin e Bolsonaro. Ambos candidatos defendem inclusive que a lei da reforma trabalhista de Temer, esta que retirou dezenas de direitos do empregado e ampliou o desemprego, seja mantida – posição bem diferente do presidente Lula.

Portanto, a busca pela retomada do tempo do projeto de inclusão social para os mais pobres e à classe trabalhadora vividos nos governos Lula dependerá da escolha de cada gráfico e demais profissionais na hora da eleição deste ano. Assim, aquele que votar em deputados, senadores, governadores e presidenciáveis representado no projeto político de Lula, agirá para a volta dos bons tempos. Já os que apostam justamente nos candidatos do projeto de Alckmin e Bolsonaro, agirão para que políticos invistam em um projeto político de exclusão social, como já se observa.

“São estes projetos que estão em jogo na eleição de 7 de outubro a partir do seu voto”, informa Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos. O projeto político na candidatura do ex-presidente Lula representa a volta da inclusão social e da soberania nacional versus o projeto de Alckmin e Bolsonaro, que corresponde a exclusão social e privatização do Brasil. Analise a vida nos governos Lula e agora e vote pela volta do bem-estar.  Bolsonaro inclusive aposta em valores preconceituosos, autoritários que em nada beneficiarão pobres, trabalhadores, mulheres, negros e etc. E Alckmin garante que fará logo a reforma previdenciária, acabando com a sua aposentadoria. Além disso, promete que acabará com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – órgão federal que, embora esteja bem sucateado por falta de investimento, tem ajudado muito o Sindigráficos a defender os trabalhadores contra maus patrões sonegadores de direitos.