SINDICATO ENTRARÁ COM AÇÃO PARA RECUPERAR PERDAS DO FGTS QUE PODE CHEGAR ATÉ 88%

O Sindicato dos Gráficos de Jundiaí e região, esta convocando todos os ASSOCIADOS para entrarem com uma ação na Justiça com o objetivo de recuperar as perdas geradas na correção do FGTS. A medida adotada será a propositura de AÇÃO NA JUSTIÇA, na condição de Substituto Processual.

DÚVIDAS FREQUENTES

Os trabalhadores associados terão algum custo?
Não. Todas as despesas decorrentes de honorários advocatícios serão custeadas pelo sindicato.

E quem ainda não é sindicalizado, como fica?
Só entraremos com ação para os associados, porem quem se sindicalizar até o dia 25 de Outubro terá direito a fazer parte desta ação sem custo com honorários.

Quanto que os advogados cobram no mercado?
A maioria dos advogados cobra até 30% do valor da causa, e ainda cobram um Taxa para darem entrada no processo.
No nosso caso, temos um contrato com um escritório de advocacia que já pagamos mensalmente para atenderem os associados. Por isso não cobraremos nada dos sindicalizados!

Vejam o exemplo:

Trabalhadores não Sindicalizados: Terão que recorrer a advogados particulares, pagando honorários de até 30% do valor da causa, isto significa que se tiverem uma diferença de R$ 25.000 para receber, terão que pagar R$7.500 para o advogado.

Já os Trabalhadores Sindicalizados: não pagarão nada ao sindicato, só contribuirão com a mensalidade de sócio cujo valor é de 1,5% do salário nominal com o teto de três pisos da categoria

Exemplo:
Salário de R$ 1.200,00, mensalidade de R$ 18,00
Salário de R$ 2.200,00, mensalidade de R$ 33,00
Salário de R$ 3.300,00, mensalidade de R$ 50,00
Salário de R$ 5.000,00, mensalidade de R$ 50,00.

Vale relembrar que todos os associados estão livres da contribuição assistencial de 12% ao ano. Alem disso, os associados gozam de vários benefícios oferecidos pelo sindicato, como exemplo,os torneios, a festa dos gráficos, e a nossa Colônia de Férias em Itanhaem.

Quando eu posso procurar o sindicato para entrar com a ação, ou me sindicalizar?
O quanto antes. É só vir até a sede do sindicato com todos os documentos relacionados e assinar a procuração. No dia 19 de Outubro haverá um mutirão na sede do sindicato em Jundiaí, também realizaremos plantões nas maiores empresas.

Anotem os documentos necessários para entrar com a ação:

2 cópias do CPF;
2 copias do RG;
2 copias do comprovante de endereço;
Extrato analítico do FGTS desde 1999;
2 cópias da Carteira de Trabalho ( páginas da foto, do verso onde tem a qualificação, dos registros nas empresas desde 1999);
Cartão do PIS ou cartão cidadão.

 

CONHEÇAM UM POUCO SOBRE A ORIGEM QUE GEROU ESTE PROBLEMA
O FGTS passou a ser corrigido pela TR desde 1990 durante a gestão de Fernando Collor como um índice para atualizações monetárias. Até 1999 ele rendeu mais do que a inflação, o que beneficiava o fundo e as cadernetas de poupança, mas prejudicava quem tinha financiamento para a compra de casa própria que usava a taxa para corrigir as parcelas. Porém, a partir desse ano foi adotado um redutor para a taxa referencial, o que o fez perder sua rentabilidade.

JUROS BAIXOS FAZEM FGTS RENDER MENOS
Fundo é corrigido pela TR. Taxa sofre queda à medida que Selic cai.
O trabalhador da iniciativa privada com carteira assinada verá o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) render menos à medida que o Comitê de Política Monetária (Copom) baixar a taxa de juros básica da economia brasileira, a Selic. Atualmente, a taxa está em 9% ao ano. Com isso, o rendimento do FGTS este ano (2013) deve ser o menor dos últimos cinco anos, ficando em apenas 3,29%.
A movimentação para baixo se dará pelo fato de a correção do saldo do fundo ser atrelada à Taxa Referencial (TR), acrescida de mais 3% ao ano. A composição da TR leva em conta em seu cálculo o valor da Selic. Com a taxa básica de juros chegando ao patamar de 9% ao ano, em setembro, a TR ficou zerada. A estimativa do mercado financeiro é que o Copom mantenha a tendência de queda da Selic ou a mantenha em 9%.

SE NADA FOR MUDADO O FGTS PERDERÁ PARA INFLAÇÃO

Há estudos que apontam perdas de até 88% na correção do FGTS, dependendo do índice de correção e do período que se adote para calcular as perdas.