SINDICATO MANTERÁ LUTA POR 10,42% DE REAJUSTE SALARIAL, DUAS PARCELAS DE PLR E POR MAIS COMIDA NA CESTA BÁSICA

Agosto, mês que antecedeu a data-base dos trabalhadores gráficos, foi registrada a maior inflação do mês em 21 anos. O custo de vida está nas alturas. Os donos de gráficas precisam assumir a sua responsabilidade social no trabalho. Para isso, chega de oportunismo diante da pandemia e da crise econômica do desgoverno. O patronal precisa parar de insistir em mais redução do poder de compra e direitos dos empregados. “Não aceitamos queda no valor do adicional noturno nem da hora-extra. E os trabalhadores merecem reajuste salarial. E deve ser um aumento de 10,42%. Também precisam receber duas parcelas de PLR e mais comida na cesta básica. Queremos resposta. Não está descartado, se necessário, convocá-los para paralisar os trabalhos em defesa disso”, alerta Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos.

Desde 1º de setembro, que é a data-base anual para o reajuste salarial e à renovação de todos os direitos dos gráficos superiores à CLT, nada está resolvido porque o patronal insiste, mesmo após semanas de negociação com o Sindigráficos, no seu pacote de maldades. Os patrões insistem em negar a recomposição das perdas salariais dos trabalhadores pela inflação. E querem pagar só 50% da PLR e reduzir a hora-extra e adicional noturno.

Por causa disso, ou melhor, contra isso, que o Sindigráficos já vem há quase quatro semanas seguidas nas portas das empresas da região, mobilizando e preparando a categoria para defender a recuperação do poder de compra e seus direitos econômicos. “Estamos firmes e que fique claro: os patrões precisam assumir a sua responsabilidade social com os trabalhadores. Desse modo, parem de apostar na queda do valor pago pelo adicional noturno e a hora-extra dos gráficos, já bastante prejudicados pela pandemia e a alta inflação. Só isso não basta. O empresariado precisa, também, garantir as duas parcelas da PLR, ampliar a cesta básica e reajustar o salário em 10,42%. É isso que os trabalhadores querem para concluir a campanha salarial. É isso que, junto da categoria, o Sindicato continuará exigindo e lutando”, conclui. 

NA LUTA POR 10,42% DE REAJUSTE SALARIAL

NA LUTA POR DUAS PARCELAS DE PLR

NA LUTA POR MAIS COMIDA NA CESTA BÁSICA

NA LUTA CONTRA a REDUÇÃO DO ADICIONAL NOTURNO E DA HORA-EXTRA

SINDIGRÁFICOS: na luta pela vida, emprego, renda e comida no prato