TEMER LEGALIZA BICO E TRABALHADOR PASSA A RECEBER MENOS QUE SALÁRIO MÍNIMO E AINDA TEM DE PAGAR INSS

Entre novembro de 2017 e junho de 2018, período em que passou a valer a reforma trabalhista do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP), foram gerados 35.408 novos postos de trabalho precários, sem direitos nem garantias, sendo 22.901 contratos intermitentes e 12.507 parciais. Nestes casos, depois de demitidos e recontratados de forma precária, sem direitos, trabalhadores chegam a ganham somente de R$ 320 mensal e trabalham mais. Com essa renda irrisória para sobreviver, a contribuição para Previdência se torna inviável, mesmo sendo ela indispensável para garantir ao trabalhador sua aposentadoria no futuro.

Com a legalização de formas fraudulentas de contrato de trabalho, trabalhadores chegam ao final do mês sem conseguir ganhar sequer um salário mínimo para sustentar a família e ainda correm o risco de ter o direito à aposentadoria ameaçado no final da vida, mesmo após anos de trabalho, pois não terão recursos para contribuir mensalmente. Isso ocorre porque no contrato intermitente, em que o trabalhador recebe por hora trabalhada, e o contrato por tempo parcial, com jornadas de 26 a 32 horas, estão precarizando as condições de trabalho e derrubando a renda das famílias. Os patrões que defenderam a reforma porque as mudanças iriam “modernizar” a CLT estão aproveitando para lucrar com a exploração da mão de obra barata.

FONTE: Com informações da CUT BRASIL