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Gráficos fecham acordo salarial de 7,5%

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STIG Jundiaí mobilizou todas as empresas da sua base territorial e paralisou três empresas

Nesta quinta-feira, 19, foi confirmado o acordo entre a FTIGESP (Federação dos Gráficos do Estado de São Paulo) e o SINDIGRAF (Sindicato Patronal) de reajuste salarial de 7,5%, colocando fim a Campanha Salarial Unificada 2014. A proposta, que foi aceita pelos 19 sindicatos afiliados a Federação, foi enviada à categoria após o STIG Jundiaí ter realizado paralisações nas empresas Log & Print, Emepe e Jandaia.

A Campanha Salarial Unificada dos Gráficos durou aproximadamente dois meses, com diversas mobilizações com os trabalhadores gráficos do Estado de São Paulo, com um trabalho na base que somou 40 assembleias, quatro rodadas de negociações e três paralisações, todas as greves ocorreram na base territorial do STIG Jundiaí.

Gráficos entram em greve a partir de sexta-feira

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Trabalhadores do 1º e 2º turno pararam por meia hora nesta terça

A partir desta sexta-feira, dia 21, os gráficos do Estado de São Paulo vão entrar em greve por tempo indeterminado. Esta é a orientação da FTIGESP (Federação dos Gráficos do Estado), que não aceitou a proposta do SINDIGRAF (Sindicato Patronal) de 7% de reajuste, considerado insatisfatório em relação aos gráficos do ABC, Campinas e de outros estados que já fecharam negociação, além de outras categorias.

Gráficos e patrões voltaram a se encontrar pela quarta vez durante esta Campanha Salarial nesta terça-feira, dia 18, porém representantes do Sindicato Patronal tem se mostrado inflexíveis para conceder Aumento Real para a categoria. Não há previsão de uma nova rodada de negociações entre os representantes dos gráficos e do setor patronal.

A categoria reivindica 8,5% de reposição salarial da inflação acumulada no período de 1º de novembro de 2013 e 31 de outubro de 2014, além de cláusulas preexistentes na Convenção Coletiva. Os gráficos também reivindicam solução para a rotatividade nas empresas, que cresceu 82% em 2013.

Ataques à greve dos metroviários são símbolo da criminalização das lutas trabalhistas

Metro

Especialistas e dirigentes das centrais sindicais avaliam que as reações do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) e da Justiça do Trabalho contra a greve dos metroviários de São Paulo são sintoma de um avanço da criminalização dos movimentos de trabalhadores no país, que seguem à mercê de repressão física e jurídica, mais ainda com a perspectiva de mudanças na legislação pertinente às greves no serviço público. Um relatório da Comissão Mista do Congresso Nacional propõe maior rigidez sobre a ação grevista nos serviços públicos, elevando praticamente todas as categorias do funcionalismo a “serviço essencial”, além de definir que a greve só pode ocorrer com paralisação parcial e nunca com 100%.

Trabalhadores da ACRESCENTE entram em greve por tempo indeterminado

Acrescente

Na madruga desta sexta-feira, dia 23, os trabalhadores da gráfica ACRESCENTE entraram em greve por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada pelo fato desta empresa localizada em Itupeva atrasar constantemente o pagamento do salário dos trabalhadores. O Sindicato já havia notificado a empresa para que ela apresentasse propostas concretas para resolver o problema, porém não houve acordo.

A diretoria do Sindicato estará no local, na Rodovia Hermenegildo Tonoli, 700, a partir das 4 horas da manhã para mobilizar e orientar os companheiros.