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BOCA NO TROMBONE: CLICHERLUX

clicherluxEm dezembro o STIG Jundiaí se reuniu em mesa redonda com os diretores desta empresa de Valinhos para apurar denúncias de falta de pagamento da PLR e o não recolhimento do FGTS. A empresa alega que todas as pendências foram acertadas, porém o Sindicato irá conferir junto aos trabalhadores se realmente o Fundo de Garantia foi recolhido, para isso o trabalhador terá que levar até o Sindicato o extrato analítico dos últimos anos, que pode ser retirado na Caixa Econômica Federal. Contamos com a colaboração de todos!

BOCA NO TROMBONE: CCL LABEL

CCL Label

Os trabalhadores desta empresa de Vinhedo aprovaram o adendo ao acordo de jornada de trabalho, onde os dois turnos irão trabalhar de segunda a sexta-feira. Essa é uma reivindicação que toda categoria almeja, agora conquistado pelos trabalhadores desta empresa com o apoio do STIG Jundiaí. Parabéns companheiros!

Sindicato enquadra a Impressão e Emcoplas como categoria gráfica

Após o companheiro Jurandir representar a diretoria do STIG Jundiaí em reunião com a empresa, esta empresa de serigrafia de Amparo foi enquadrada na categoria gráfica. A mudança beneficiou os trabalhadores, que antes estavam sendo representados pela CNTI (Confederação dos Trabalhadores na Indústria). Com essa mudança que iniciou a partir de novembro, alguns trabalhadores conseguiram até 40% de reajuste salarial, pois passaram a ganhar o piso da categoria gráfica, além de benefícios como cesta-básica e também uma maior representatividade sindical. Parabéns companheiros pela conquista!!!

EMCOPLAS

Os trabalhadores desta empresa de Bom Jesus dos Perdões também estavam sendo representada pela CNTI e passou a ser enquadrada pelo setor gráfico, com isso os trabalhadores da EMCOPLAS  também foram beneficiados com a mudança. No total cerca de 30 trabalhadores conseguiram o reajuste salarial e benefícios com a mudança negociada pelo STIG Jundiaí.

NOVIDADES DO FGTS: FIQUE ATENTO

FGTS

A decisão do Supremo Tribunal Federal que encurtou o prazo de 30 para 5 anos para recolher o FGTS impactará diretamente nas questões trabalhistas. Para o ministro Gilmar Mendes a lei que estipula prazo prescricional de 30 anos para recolhimento do FGTS contraria a regra constitucional da prescrição trabalhista, que é de cinco anos.

O advogado do STIG Jundiaí, Paulo Afonso, alerta que a partir de agora, o trabalhador deverá ter maior atenção no acompanhamento dos depósitos realizados ou não em sua conta vinculada, bem como ampliar o seu relacionamento com a entidade sindical de sua categoria profissional, para as medidas cabíveis sejam tomadas no tempo hábil, sob a pena de vir a perder o direito de reclamar o FGTS eventualmente não recolhido.