TEMER SE DIZ EMPENHADO NA REFORMA PREVIDENCIÁRIA, APESAR DA ‘MORTE’ APÓS DENÚNCIAS E TODO MAL FEITO

Quem disse a Temer que a reforma trabalhista, que entra em vigor no sábado para destruir uma série de direito dos gráficos e demais profissionais brasileiros, foi aprovada por que a sociedade quis? Mais de uma vez consultada, ela disse que não queria. A reforma passou porque Temer teve força para aprová-la no Congresso. Porque ele e o Congresso se puseram de acordo. Agora, mesmo Temer se tornando o presidente que ficará na História como duas vezes denunciado por corrupção, “morrendo” politicamente e arrastando várias parlamentares que o seguiram na aprovação de privatizações, reforma trabalhista e no congelamento dos gastos do governo por um período de 20 anos, Temer se reuniu nesta segunda-feira (6) com líderes da Câmara e com ministros, incluindo o da Fazenda, Henrique Meirelles, parar afirmar que continuará empenhado em aprovar a reforma da Previdência. 

Temendo a rejeição da aprovação da reforma Previdenciária recair na conta da sua impopularidade também pelos congressistas, Temer  reconheceu ontem que ela deve ser menor que a prevista inicialmente e numa espécie “de vacina” rechaçou a tese de que seu governo sofrerá uma derrota caso ela não avance. Para que não se diga mais tarde que a possível rejeição da proposta de reforma enfraquecerá o governo, Temer afirmou que a sociedade “tem de querer a mudança nas aposentadorias”. Ou seja: o fracasso da reforma deverá ser debitado na conta da sociedade que não quis, não na dele.

Mas por que ele não escuta a sociedade em relação ao FORA TEMER (quase 100% da população)? Porque Temer não escuta a sociedade em relação a reforma trabalhista que não quis a sua aprovação e que continua sem querer? Por que Temer não escuta o povo sobre ser contrário ao corte de gastos em Saúde, Educação e Segurança por 20 anos? Por que ele não escuta a sociedade sobre uma série de medidas de Temer que ataca os direitos dos pobres e dos trabalhadores enquanto beneficie os ricos/patrões.

FONTE: Com informações do O GLOBO/AE e arte de Antônio Lucena