O preço dos alimentos continua crescendo nos supermercados. Felizmente os gráficos contam com a sua Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), conquistada e mantida pelo Sindigráficos, que obriga toda empresa a garantir uma cesta básica mensal, ou o vale-compras no valor suficiente para o gráfico cobrar a cesta no supermercado da cidade onde fica a gráfica. Dessa forma, toda vez que aumenta o valor do alimento, o vale tem que aumentar proporcionalmente, evitando o prejuízo no bolso do trabalhador. O sindicato acaba de fazer uma grande pesquisa em 11 municípios e o valor médio da cesta básica é de R$ 246,65. Gráfico: seja forte, seja sócio!
A pesquisa sindical foi em supermercados de Caieiras/Franco da Rocha (Rede Federzoni). O valor médio foi de R$ 216,01. Em Bragança (Mendonça) – R$ 256,32. No Boa e Ricoy em Jundiai – R$ 240,34. Em Cajamar a média foi de R$ 241,51 (Jordmix e Dia) Em Vinhedo no Zarelli por R$ 253,11. Valinhos ficou em R$ 252,28 no LeveMais. Itupeva por R$ 245,96 (Covabra e Montserrat). Louveira ficou em R$ 255,76 (Brito e Louveira). Em Indaiatuba ficou em R$ 258,02 (Goodbom e Copbom).
Em Cabreúva por R$ 247,21 (Boa e Sonda). O número de cidades pesquisadas cresceu. O Sindigráficos foi em dois supermercados por município. Foram 11 cidades da base sindical pesquisadas. E a média de preços dos itens que integram a cesta básica ficou em R$ 246,65, o que mostra que houve um acrescido do valor em relação a pesquisa anterior. A inflação da cesta básica da CCT, por sua vez, não impacta no bolso do gráfico da empresa que cumpre a CCT, pois a obriga a reajustar o valor do vale-compras ou então garantir a cesta com os itens na quantidade e qualidade predefinidos também pela CCT. Gráfico: valorize quem luta por ti. Sindicalize!


