De fevereiro até o mês passado, a produção de cadernos no país costuma ser priorizada para ser exportada principalmente para os EUA. No restante do ano é fabricado para comercialização dentro do Brasil, com foco no início das aulas escolares, conforme aponta a movimentação da gigante deste segmento gráfico, a Jandaia (Caieiras). A empresa está expandindo a sua estrutura e área de produção no local, o que deve abrir novos e mais postos de trabalho. Em resposta ao Sindigráficos, a Jandaia informa que conseguiu garantir a exportação para os EUA de quase toda a produção contratada sem problema. Gráfico: seja forte, seja sócio. Sindicalize-se!
O Sindigráficos buscou tais informações ao setor empresarial depois das ameaças de Trump com o tarifaço contra os produtos brasileiros, inclusive sobre os fabricados pela indústria gráfica. Apesar da iniciativa nociva ao setor produtivo nacional, pouco afetou a exportação de cadernos para os EUA neste ano. Isto porque a maior parte da produção já havia sido vendida sem a taxa extra e absurda de 50%, o que preservou os empregos.
Na Jandaia, por exemplo, uma das maiores fabricantes de cadernos e exportadora do Brasil para os EUA, 80% de toda a sua produção foi exportada normalmente aos norte-americanos. Isto foi um fato muito positivo, não impedindo, inclusive, que a empresa mantivesse a construção de seu novo barracão, ainda maior do que o atual.
A preocupação agora é com 2016, contudo, nada com relação ao sucesso do ano de 2025, segundo já demonstrado pela Jandaia para o Sindigráficos. Na empresa, a partir de outubro, por exemplo, recomeça as negociações com compradores dos EUA para a contratação dos cadernos que serão fabricados e exportados no próximo ano – tempo em que a gráfica deve iniciar a operação do seu novo barracão, ampliando a área de produção e de armazenamento no município de Caieiras. Gráfico: valorize quem luta por ti. Sindicalize!



