O maior programa de moraria do Brasil e do mundo, Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo Lula em 2009, passará por mudanças para atender a vida da classe trabalhadora que tem uma renda baixa, mas que sonha com sua casa ou AP, mas não com qualquer coisa. Isto porque o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) decidiu
nesta terça-feira (11), aumentar do valor máximo do financiamento dos imóveis do programa habitacional para este público, o que beneficiará os gráficos que recebem o piso salarial ou um pouco mais. Gráficos: voto não tem preço, tem consequência. Seja forte, sejam sócios!
A medida amplia o teto para até R$ 275 mil, a depender do porte do município, e deve beneficiar famílias das faixas 1 e 2 do programa, que atendem rendas mensais de até R$ 4,7 mil em áreas urbanas. E para garantir com que haja tanto dinheiro para os financiamentos, o Conselho já aprovou para 2026 um orçamento de R$ 160,2 bilhões a serem disponibilizadas para a classe trabalhadora com os financiamentos.
FONTE: Com informações da Agência Brasil



