GRÁFICOS REIVINDICAM MAIS DIAS DE FOLGA PARA PODEREM FAZER EXAMES DE SAÚDE E A GARANTIA PARA ACOMPANHAR NO MÉDICO TODOS OS FILHOS DE MENOR

Desde abril, uma nova lei (15377/26) entrou em vigor no Brasil para que as empresas possibilitem aos seus empregados(as) a ausência no trabalho para a realização de exames preventivos, sem prejuízo do salário. A fim de que seja efetivado, a categoria quer regulamentar esta questão junto ao setor patronal através da garantia de três dias de folga anual para tal finalidade, devendo ser incluída na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A demanda é uma das pautas de reivindicação da nova campanha salarial definida em assembleia no Sindigráficos. Gráfico: seja forte, seja sócio. Sindicalize-se! 

A ausência legal por ano é para a realização de vários exames preventivos sobre o câncer de mama e outras doenças, em alinhamento com a nova lei sancionada pelo presidente Lula. Portanto, é vital a sua regulamentação através da CCT. A categoria, principalmente as mães trabalhadoras, também reivindica a liberação para que possam acompanhar os filhos de até 18 anos no médico, e não só os de até 15 anos, conforme está na CCT atual. 

Alem disso, outra reivindicação de grande importância nesta campanha salarial diz respeito aos empregados(as) afastados do trabalho por algum problema de saúde e que estão amparados por benefícios do INSS. A categoria quer dobrar o tempo de alcance do direito ao complemento salarial definido na CCT. Querem que amplie para 180 dias; hoje é de 90 dias, o equivalente só a três meses. 

Quanto ao reajuste salarial, a categoria quer a recompensação das perdas salariais diante da inflação acumulada de setembro do ano passado até agosto deste ano. E reivindicam dos patrões um reajuste com pelo menos 3% de ganho real, ou seja, com esse percentual acima da inflação. Também querem outros pleitos voltados à manutenção e melhorias dos 86 direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), principalmente o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40h. 

Ainda querem que o mesmo reajuste que se aplique no salário seja igualmente garantido no aumento da PLR, não mais inferior. E que o desconto salarial ora permitido pela cesta básica seja de no máximo a 5% e não 20%. E também a melhoria no adicional noturno. Não referente ao valor, mas para estender a sua aplicação até a hora em que se pare de trabalhar efetivamente, e não mais apenas só até às 5h, como já está definido pela CLT. Gráfico: valorize quem luta por ti. Sindicalize

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