A política de valorização salarial retomou no Brasil depois de sete anos congelado pelos governo Temer e Bolsonaro. Apesar disso, mesmo com o esforço do governo Lula, garantindo reajuste acima da inflação, o salário mínimo é de R$ 1.621 e pode ir a R$ 1.741 a partir de janeiro próximo. Mas onde há organização sindical, os salários mínimos são bem superiores, a exemplo dos gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região.
O Sindigráficos, inclusive, acaba de garantir na campanha salarial com o patronal mais um reajuste com ganho real. E fez com que o salário normativo da categoria subisse para muito além do salário mínimo do país. Elevou para R$ 2.519 e já está válido para a folha de pagamento deste mês de setembro. Gráfico: valorize quem luta por ti. Sindicalize-se!
Portanto, nenhum trabalhador ou trabalhadora do setor gráfico poderá receber menos que R$ 2.519. Caso isso aconteça, denuncie pelo site do Sindicato (www.sindigraficos.org). As regras sobre o reajuste salarial e outros direitos acima da CLT constam na nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, já em vigor e válida até 31 de agosto do próximo ano.
Além do novo salário normativo no valor de R$ 2.519, a CCT estipula um salário admissional de (R$ 2.096,60) – voltado para quem está no período de experiência com duração de até três meses. Depois disso, passa a recebe R$ 2.519 automaticamente. Quem trabalha em empresas de reprografia e copiadora, com até 30 funcionários, recebe o piso diferenciado (R$ 2.070,20). Acima de 30 empregados, deverá pagar R$ R$ 2.519. Gráfico: seja forte, seja sócio. Sindicalize!


