O assédio eleitoral, aquele mesmo em que a patrões têm demitindo o trabalhador porque votou em candidato político diferente dele, já prevê quatro anos de prisão e multa para quem usa de violência ou grave ameaça para votar.
E, diante da alta de casos de demissão neste cenário, após a vitória de Lula, o Senado acabou de apresentar projeto de lei para ampliar a proteção à liberdade política dos trabalhadores e combater o assédio eleitoral nas relações de trabalho (PL 5701), onde além de deixar mais claro a questão da prisão, ainda determina multa no valor de até 20% do faturamento de empresas.
A proposta define como prática abusiva ameaçar, intimidar, monitorar ou oferecer vantagens a trabalhadores para influenciar seus votos, opiniões ou participação política. 👇
FONTE: Com informações da Agência Senado


