PLR DO GRÁFICO EM RISCO. CASO NA MB DECALQUES MOSTRA QUE GARANTIA DO PAGAMENTO DEPENDE DOS TRABALHADORES NA ELEIÇÃO PRÓXIMO DIA 25

Na última quarta-feira (14), dia em que o Senado aprovou o projeto de Lula pelo fim da escala 6×1, se o presidente do Brasil não tivesse fortalecido antes o Ministério do Trabalho (MTE), ora extinto pelo pai de Flávio, os gráficos da MB Decalques (Pedreiras) ficariam sem a PLR, mesmo com o direito conquistado e mantido para a categoria através da luta sindical na campanha salarial. Isto porque sem fiscais federais e multas pelo órgão diante de descumprimento, o patrão não pagaria nem daria explicação, nem mesmo com a cobrança do Sindigráficos, como vinha ocorrendo. Bastou o sindicato dizer ao MTE, que acionou a empresa, para ter um retorno sobre o pagamento. 

A empresa até se ausentou da medicação marcada pelo MTE para quarta (14). Uma nova já foi marcada para esta quarta-feira (21). Mas a MB já adiantou e pagou a PLR dos empregados, conforme sindicalistas verificaram com os próprios gráficos no mesmo dia quando levaram ao patrão uma nova convocatória do MTE. Gráfico: seja forte, seja sócio. Sindicalize!

No início do ano, o Sindigráficos também precisou atuar junto à MB Decalques para fazer com que ela pagasse a 1ª parcela da PLR dos gráficos. Só não precisou acionar o MTE como agora que a empresa optou pelo silêncio no pagamento da 2ª parcela. 

Apenas depois de saber que tal pendência chegou no MTE, e que seria chamada pelo órgão federal para se explicar e sob risco de autuação e multa, a empresa saiu do silêncio e decidiu realizar o pagamento. 

Não é a toa que a classe patronal vota em Flávio. O pai Bolsonaro acabou com o MTE. Filho de peixe, peixinho costuma ser. Voto tem consequência. Gráfico: vote em quem defende o MTE, que defende seus direitos. O número de fiscais do MTE triplicou na região depois que Lula venceu Bolsonaro na última eleição. Gráfico: voto tem consequência. Se liga!

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