Ameaçar o gráfico de demissão se Lula ganhar a eleição. É assédio eleitoral. Seja Lula ou um outro candidato. E é também se pressionar dizendo que a empresa fechará se ele ganhar. Obrigar o uso publicidade de candidatos do patrão e/ou gravar vídeos de apoio é crime. Promessa de promoção se votar no candidato do patrão também. Estes são alguns dos exemplos de abuso do poder econômico do patrão na eleição pois atenta contra a liberdade do voto dos gráficos. E isso é crime. Denuncie. O sigilo é garantido. Gráfico: Seja forte. Seja sócio!
Tem patrão que para até a produção para o gráfico ter de ouvir o político dele. É crime porque a empresa abusa do seu poder econômico (dono do emprego) contra os trabalhadores (dono da mão de obra). Pela lei é enquadrado como assédio eleitoral. O Ministério Público e o Poder Judiciário têm canais para receber tais denúncias. Grave abuso, se possível, e formalize sua queixa.
O Sindicato pode e vai proteger a categoria do abuso também. Faça a prova do abuso e envie à entidade. O sigilo é garantido. “O patrão é o dono do emprego, mas jamais da liberdade e da consciência do gráfico de votar em quem desejar”, fala Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos.
A eleição é um dos poucos momentos em que o patrão e o trabalhador têm o mesmo valor: um voto. Portanto, faça valer o seu valor e vote somente em quem defende o interesse do trabalhador, a começar pelo candidato favorável ao fim da escala 6×1 com redução de jornada sem diminuição do salário, como i presidente Lula. Gráfico: vote tem consequência. Vote certo!


