Algumas pequenas gráficas e até uma de grande porte já estão listadas pelo Sindicato mediante às denúncias dos próprios trabalhadores. O Sindigráficos, inclusive, tem ampliada a relação das empresas com biqueiros na medida em que intensificou a visita nas portas das empresas para a entrega do jornal Gráficos na Luta.
Contrato temporário é uma coisa. É precário, mas faz parte da lei com a reforma trabalhista de Temer, ora apoiada e ampliada por Bolsonaro. Biqueiro é outra. É ainda mais precário e segue ilegal no Brasil. Por isso, diante de um movimento que está sendo aplicado por parte de certos patrões, o Sindigráficos decidiu monitorar gráficas denunciadas por tal irregularidade para acionar a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no caso delas continuaram com a ilegalidade


