Ao invés de aplicar a lei já aprovada e defendida por Lula, presidente reeleito do Brasil pelo voto democrático e popular, onde garante o fim da escala de trabalho 6×1, com duas folgas na semana e mais redução de jornada para 42h (a partir de 16 de dezembro próximo) e depois para 40h (a partir de 16 de dezembro de 2027), o setor patronal, o mesmo cujo há empresas praticando o crime de assédio eleitoral, demitido o trabalhador por ter votado em Lula, quer adiar a aplicação da nova lei. Pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (3), para apenas cumprir a legislação a partir de 16 de outubro de 2027, e a outra etapa final desta redução em 16 de outubro de 2028.
O Sindigráficos critica a inciativa patronal e parabeniza a classe trabalhadora pela reeleição de Lula. Pois, caso contrário, segundo o órgão, o candidato adversário derrotado, que fugiu do país para os EUA diante dos processos criminais em curso, faria bem pior ao que agora restou ao setor empresarial com o pedido de adiamento: seria implantado a escala de trabalho com pagamento apenas por hora trabalhada, o que ampliaria, na prática, para escala 7×0, conforme o projeto de lei que já tramita no Senado, de autoria da ala Bolsonarista.
O Sindigráficos aproveita e lembra a todas as gráficas de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região que 16 de dezembro continua sendo
o prazo para implantar a escala 5×2, com duas folgas remuneradas e sem redução salarial. E nada muda apesar da tentativa do setor patronal de alterar a lei através do STF, enquanto a corte não julgar o caso. Gráfico: voto tem consequência. Parabéns!


